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Diferente dos lobos, os lobisomens só atacam à noite...

Episódios de Lobisomem na história contam-se muitos, milhares.

Entre 1520 e 1630, um período áureo, só em França registraram-se mais de 30.000 casos. Um deles, ficou conhecido como o Lobisomem Pierre Bourgot, um pastor que foi julgado em 1521 por uma série de crimes bárbaros. Relata Pierre, que 19 anos antes, enquanto procurava algumas ovelhas perdidas de seu rebanho, ele encontrara três cavaleiros vestidos de negro que haviam se preocupado com a aflição do pastor. Pierre contou-lhes o ocorrido e um deles lhe disse que tivesse fé, pois o seu mestre haveria de proteger as ovelhas perdidas.

Pouco tempo depois, a parte do rebanho foi encontrada sem nenhuma perda. No entanto, nos dias seguintes Pierre foi procurado por um dos cavaleiros, o qual lhe fez a propostas para se juntar a eles na adoração de um ser Satânico, em troca de riqueza e proteção. Pierre aceitou.

Em noites de lua cheia, os homens encontravam-se na floresta e disfarçados de lobos atacavam as vítimas, que vez por outra achavam-se atrasadas no recolher. Por diversas vezes, esse grupo recebia a companhia de um tal de Michel Verdung, segundo Pierre, um homem cruel e com um dom natural para ser lobo. A trupe tinha preferência em atacar vítimas jovens e de sexo feminino, que em geral sofriam todo tipo de abuso. Pierre chegou a matar umas das vítimas com uma mordida, partindo o pescoço e rasgando-lhe a garganta com a própria boca.

Foram dezenas de ataques na época, mas que começaram a ter fim quando um viajante foi atacado e reagiu dando um disparo contra o lobo Verdung, que, ferido, refugiou-se na floresta, mas deixando um rastro de sangue atrás de si. O valente viajante armou-se mais pesadamente e seguiu o rastro de sangue até o inteirior de uma cabana. Lá, já em forma humana, foi capturado um homem, sendo tratado por uma mulher, com o ferimento à bala .

Pouco tempo depois toda a gang encontrava-se perante o tribunal. Entre os depoimentos, o de Pierre esclareceu como ocorria o disfarce em lobo: havia uma autotransformação, nus os homens passavam um ungüento fornecido a todos por um servo de Satã, com excessão de Verdung que se autotransformava em lobo sem a necessidade deste preparado. Após a unção, supostamente nos homens, havia em seus corpos um aumento sensível de pelos, uma contração na coluna vertebral e seus caninos ressaltavam para fora. Ficando com a postura e o aspecto físico a um lobo. Conta ainda, que seus corpos ganhavam uma força descomunal e a agilidade de um cão. Durante 19 anos Pierre e seus camaradas atacaram vítimas de toda a sorte e de preferência em noites de lua cheia, que eram propícias, pois, nelas, o povo caminhava com mais tranqüilidade. Todos foram condenados à morte.

Um outro epísodio ocorrido também no interior da França, na região de Bordéus por volta 1630, conta que uma jovem camponesa fora prometida a casamento a um dos senhores mais ricos da região. Quando estava próximo ao casamento, o senhor descobriu que a jovem donzela andara flertando um outro rapaz e, diziam-lhe os confidentes, que eles haviam chegado às trocas de carinhos mais íntimos. Ofendido o senhor jurou vingança.

Por várias vezes, em períodos anteriores os aldeões se organizaram para caçar um animal que atacava o rebanho e pessoas naquela região, contudo sem sucesso. Em uma noite proximo à casa da donzela, os cães seguiram um rastro. Ao se aproximarem da casa da donzela ouviram berros de pavor e o rosnar de uma fera. De arma em punho, os homens invandiram a casa e lá encontraram entre os dentes de um lobo a moça quase morta. Encurralado o animal atacou, mas sem antes de levar um tiro, que atingiu a pata esquerda do animal arrando-lhe alguns nacos de carne da pata. Mesmo ferido o animal conseguiu fugir, emprenhando-se na mata.

Ao socorrer a moça e arrumar a bagunça, os caçadores recolheram, entre os restos de carne e sangue, um pedaço de um dedo humano, tendo ainda preso em seus ossos um pequeno anel. Perguntada se lhe pertencia ou era parte de alguém de sua família, a moça disse que não, porém reconhecia o anel como sendo da família de seu noivo. Os homens então foram até o castelo do senhor, que se negou a recebê-los. Irados e confusos, os homens decidiram invadir o castelo para pedir explicação a ele. Após uma pequena batalha, eles capturaram o senhor, quando se surpreenderam com o estado dele. Em seu braço esquerdo havia ataduras que lhe cobria a mão; relutante em dar explicações sobre o ataque à casa da moça, os aldeões desfizeram o emplasto. Descobriram sob o emplasto que faltavam-lhe três dedos, dos quais o que continha o anel com o brasão da família. Mais tarde em seu julgamento, o senhor confessou haver feito um pacto com um Demônio, que lhe prometera riqueza e proteção se por vezes se transformasse em lobo e devorasse homens ou animais. No entanto, naquela noite não atendia ao desejo de seu Mestre, mas os próprios. O senhor foi queimado vivo.







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